Isso mesmo, caros leitores, o mundo aos poucos vai produzindo um enredo que, para quem lê história, nos remete aos anos 1930, quando regimes totalitários emergiram fortemente no cenário internacional e culminaram por promover a segunda guerra mundial, catástrofe que deixou um legado de destruição sem precedentes no planeta e cerca de 50 milhões de mortos, a maioria civis que não pegaram em armas. Mas, agora, em vez das denominadas forças do eixo, consolidadas pela Alemanha, Itália e Japão, o protagonista dos absurdos são os Estados Unidos da América.
Os EUA, sentindo o decréscimo do seu sistema financeiro swift, onde prospera a desvalorização do dólar americano, houve por bem deixar de lado a diplomacia que fortaleceu a Organização das Nações Unidas (ONU) em 1945 e se mantinha até hoje, para assumir a política da força militar, e com esta procurar expandir seus domínios territoriais, seguindo o modelo de uma doutrina que ficou conhecida como Doutrina Monroe, estabelecida em 1823 naquele país, cujo norte preconizava que a área de influência de Tio Sam sempre abrangerá todo o hemisfério ocidental do planeta.
Ocorre que o mundo dos dias de hoje funciona, como se diz atualmente, em plenitude total. Tudo acontece em tempo real. O que decorre aqui, ou na Oceania, imediatamente é de pleno conhecimento das pessoas, graças aos progressos tecnológicos em atividade. Então, não tem sentido a produção de mentiras, de fakes News, que tem duração curta e logo perdem terreno para fatos verdadeiros, como é o caso desse alarde pela defesa da segurança nacional norte-americana, propagado pelo presidente Donald Trump para justificar eventuais invasões que seu país venha a produzir e que terminem por jogar novamente o mundo em guerra total, um vez que existem países, como China e Rússia, capazes de arregimentar forças para enfrentá-lo e, com isso, talvez acabar com toda a humanidade através do uso de armas nucleares.
A primeira incursão de Trump, no momento, aconteceu na Venezuela, onde depôs Nicolau Maduro, um homem do povo que vestia a toga de ditador naquele país sul-americano. Maduro foi acusado de comandar quadrilha que levava drogas para os EUA, no caso, afetando mesmo a segurança dos EUA. Porém, o que foi mesmo que levou o venezuelano a agir assim, caso se confirmem as denúncias, se não o comportamento dos EUA de subjugarem a Venezuela mediante sanções econômicas que destruíram sua economia? Enfim, esse é o modus operandi que tem se espalhado pelo planeta graças aos norte-americanos, fomentando guerras para venderem armas, ou subjugando economias para se apropriarem mais facilmente de matérias primas, como as chamadas terras raras, consideradas imprescindíveis na área de computação.
Para evitar uma guerra total, forças antagonistas tentam retomar o padrão ouro na economia mundial, porque sabem que é a única forma consciente de estancar um sistema financeiro que sustenta todas as atividades dos norte-americanos, inclusive as forças armadas. Assim, é por isso que o presidente Trump esta fazendo ameaças a toda hora, porque sabe que os cofres do seu tesouro vão secar com a desvalorização da sua moeda, exatamente porque muitas nações importantes irão preferir usar o ouro como lastro de seus recursos para fugir à pressão dos EUA. E a desculpa neste instante é anexar a Groelândia, pelos mesmos motivos já citados, mesmo que isso implique uma reação de toda a Europa, já que a ilha está ligada à Dinamarca e esta faz parte da OTAN, paradoxalmente uma entidade da qual os próprios estadunidenses fazem parte. A regra dessa aliança, no entanto, é todos defenderem militarmente o agredido, seja de onde for ou de onde vier. Um impasse brabo, não é mesmo, que concentra apreensão e temor?!!
Eleição válida
Aqui em nossas plagas dos guanarés, entretanto, a política vai em banho maria devido ao recesso político sempre nessa época do ano. Colegas blogueiros tentam relevar alguma coisa, por conta da falta de informações. A que produziu alguma evidência é a situação da antecipação da eleição da presidência da Câmara Municipal de Caxias, que colocou a vereador Mário Assunção (PP) no comando do órgão a partir de 2027. Há argumentações de que o legislativo local atropelou decisão do Tribunal Superior Eleitoral, no sentido de que esse tipo de eleição só pode acontecer no último semestre de uma legislatura que se finda. A eleição de Mário Assunção se deu logo após o resultado da eleição municipal, e estaria sob grave vício legislativo, não fosse resultado de um projeto aprovado com a assinatura de todos os seus pares. Naquele instante foi uma demonstração de prestígio ao colega que vem batalhando muito para chegar ao comando da CMC, tanto que o restante da composição da mesa diretora ainda terá que ser escolhido.
Vandalismo
A semana, porém, teria terminado somente com notícias dos preparativos do carnaval de 2026 ou com o vandalismo contra a imagem de São Sebastião, diante da capela do santo no largo do mesmo nome, no centro de Caxias. A agressão, claro, é manifestação de intolerância religiosa, contrária a tudo que está estabelecido no cristianismo, coisa que já a algum tempo vem acontecendo em Caxias.
Enfermagem celebra
Felizmente, tivemos uma ação do deputado Catulé Júnior (PP), valorizando sobremaneira o seu mandato de parlamentar na Assembleia Legislativa do Maranhão (ALEMA). Acolhendo solicitação do Conselho Federal de Enfermagem no Maranhão, o deputado caxiense celebrou, na última quarta-feira 14, uma lei do primeiro emprego de sua autoria para os profissionais de enfermagem no estado. Trata-se da Lei nº 12.779/2026, sancionada pelo governador Carlos Brandão em 06 de janeiro de 2026, que fixa a inserção de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, com até dois anos de formados e inscritos no conselho de classe, no mercado de trabalho e a criação de um banco de currículos e/ou bancos de talentos.
Com muitas ações já deslanchadas em favor da saúde dos maranhenses, Catulé Júnior foi alvo de elogios por sua atuação. Para a presidente do Conselho Federal de Enfermagem, Kelly Inaiane Dias, o deputado proporcionou um grande avanço para a categoria. Já o presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (COREN-MA), José Carlos Júnior, disse que o parlamentar é um político que olhou e abraçou a categoria. Para o conselheiro Manoel Daniel Neto, o deputado demonstrou compromisso e respeito com a enfermagem.
Quanto a Catulé Júnior, se expressou da seguinte maneira: “Fico muito feliz que o nosso mandato tenha sido instrumento de avanço para a nossa sociedade. Me coloco mais uma vez à disposição do COREN-MA e de todos os profissionais de enfermagem, assim como de ideias que venham a favorecer essa classe tão importante para o nosso estado. Nossas cidades podem contar conosco”.
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