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Sílvio Cunha

Caxias, Política e Sociedade

Sinal de amarelo para laranja, a um passo de vermelho


Na segunda-feira (03) que passou, contrariando script agendado nas casas legislativas de todo o país, quando é de praxe os gestores públicos executivos comparecerem para levarem suas mensagens de boa convivência com a classe política, o prefeito Fábio Gentil (Republicanos) deixou de ir ao plenário da Câmara de Caxias. Há quem aposte que o gesto do prefeito, mandando uma mensagem para ser lida pela liderança de sua bancada, esconda, na verdade, o estado de insatisfação em que se encontra a grande maioria dos edis ditos situacionistas, preocupados com suas reeleições (à exceção de Jerônimo Ferreira, que já declarou que não irá mais se candidatar) e, mais ainda, com a falta de garantias do chefe em relação a isso.

A suposição tem suas verdades, a exemplo do que sustentou o vereador Mário Assunção (Cidadania) em artigo assinado durante a semana, “Parentes: da ascenção à derota”. Segundo MA, “na sua grande maioria, os políticos carregam com seus mandatos vários parentes para exercerem cargos na administração pública. Não existe nenhum crime desde que sejam cargos comissionados (de confiança) e que o parente possua capacitação adequada para o exercício do cargo, respeitando os limites da lei”.

E continua: “Em Caxias, todas as famílias que foram inquilinas do Palácio da Cidade utilizaram-se dessas práticas e, muitas vezes, importando parentes de outros estados e cidades para exercerem cargos na administração.

O grande problema é quando a parentada começa a utilizar seus cargos, os recursos públicos, para realização de negócios obscuros e, ao arrepio da lei, praticar crimes, desde favorecimento ilícito a desvio de verba. Dessa forma, o gestor sente-se incapaz de demitir o parente para não manchar o nome da família. No torrão caxiense existem vários exemplos: quem nunca ouviu falar da “Família Metralha”? Ou do “Forasteiro Fanfarrão”? Tem o “Primo Agiota”, e assim sucessivamente.

Outro problema é quando a parentada começa a achar o espaço do executivo pequeno e pensa em aumentar seus tentáculos nos legislativos Municipal e Estadual. Assim, acaba-se com as chances dos parceiros políticos do gestor do executivo a crescer politicamente, condena seus correligionários a atrofia política precoce a não passar de vereador.

São essas armadilhas que o bom político precisa ficar atento e administrar de forma sábia a fome da parentada e os anseios dos parceiros políticos para proporcionar uma harmonia no grupo e ter o exército unido para guerra.”

A análise do vereador reflete o pensamento de todos os edis que estão na base situacionista, praticamente chamando o alcaide a refletir sobre a sua condição atual e vida futura, e a dizer que precisa superar-se, deixar de pensar como nos tempos em que detinha o mandato de vereador, e projetar-se como a liderança política a ser respeitada no torrão caxiense.

O prefeito Fábio Gentil com o vice-governador Carlos Brandão, em São Luís.

Não obstante, outra variante da situação gerada pelo não comparecimento à sessão de abertura dos trabalhos da CMC, é que o fato pode também ter sido outro, como é o caso do trabalho de aproximação que Cabeludo faz junto ao vice-governador do Estado, Carlos Brandão (Republicanos), nome que pode se credenciar como o da preferência do governador Flávio Dino à próxima sucessão estadual, em 2022. No horário da sessão, consta que Cabeludo estava exatamente em São Luís, conversando com Brandão.

O prefeito de Caxias sabe que existe uma espécie de guerra surda no contexto da sucessão estadual de 2022. Até o momento, Carlos Brandão desponta como o eventual indicado na chapa dinista. Contudo, sabe-se que o senador Weverton Rocha (PDT) corre por fora para se credenciar no grupo e inclusive já cuidou de se preparar midiaticamente para entrar firme na sucessão estadual, ao adquirir o poderoso Sistema Difusora de Comunicação, cujos tentáculos já chegaram a Caxias, com a aquisição do grupo Sinal Verde de Comunicação.

O senador Weverton não esconde de ninguém que é aliado da deputada estadual Cleide Coutinho (PDT), e agora, por tabela, também do deputado Adelmo Soares (PCdoB) e, assim, tudo leva a crer que ele colocará à disposição dos dois, não só seu prestígio político, mas tudo o que estiver a seu alcance para a dupla vencer as eleições de Caxias. Outra aliada do grupo, a senadora Eliziane Gama (Cidadania), compareceu pessoalmente à reunião dos Coutinho, sexta-feira, 7, no Assunção Eventos, para reforçar o apoio dos dois senadores da base de sustentação do governador Flávio Dino, aos agora já indicados, Adelmo Soares e Thaís Coutinho, na chapa do clã que concorrerá à Prefeitura de Caxias no dia 4 de outubro.

A reunião coutinhiana de sexta-feira foi uma espécie de teste, permitindo uma avaliação melhor sobre o efeito que algumas deserções causaram no seio do grupo. Contudo, o comparecimento maciço de seguidores surpreendeu a organização, e foi notável observar que, em vez do contumaz número de medalhões políticos, mais expressivo foi o contingente de lideranças populares e de famílias que compareceu ao encontro.

Não foi à toa que, ao retornar de São Luís, o prefeito Fábio Gentil reservou sua agenda de quinta-feira, 6, para conversar com seu secretariado e os vereadores de sua base de sustentação. Sentindo a pressão de adversários profissionais da política, que vão entrar na briga pela prefeitura usando o mais diversificado arsenal de armas, Cabeludo trouxe à cidade novamente o marqueteiro Paulo Moura, responsável por avaliar e oferecer diretrizes em sua campanha de reeleição.

Ele entendeu que o sinal amarelo está passando para tom laranja e já se aproximando, perigosamente, para vermelho, à essa altura da campanha eleitoral. Estamos ainda em fevereiro, mas há quem diga que depois do Carnaval, no máximo até o mês de maio, muita coisa imprevisível irá acontecer nesta campanha de Caxias.

Paulo Marinho Jr.  deixa o PP,   se filia ao PL e vai assumir mandato de deputado federal

Na tarde da última terça-feira, 4, em  Brasília, o vice prefeito de Caxias e suplente de deputado federal, Paulo Marinho Júnior, oficializou sua filiação no Partido Liberal - PL.

O ato de filiação de Paulo Marinho Jr.contou com o presidente nacional do PL, Waldemar da Costa Neto e do presidente do partido no Maranhão, deputado federal Josimar Maranhãozinho, além do deputado federal por Sergipe, Bosco.

 

"Reunião enriquecedora e muito produtiva, em que eu pude conhecer melhor esse "gigantesco" partido que é o PL. Agora vamos começar um grande trabalho pelo nosso Maranhão, também buscando sempre o melhor para a nossa amada Caxias e região dos Cocais", disse Paulo Marinho Júnior. Nos próximos dias, o ainda vice-prefeito Paulo Marinho Júnior vai assumir o mandato de deputado federal.

Catulé abre os trabalhos do Legislativo destacando as eleições de Caxias

 

Em seu discurso de abertura dos trabalhos legislativos de 2020, na sessão de segunda-feira, 3, o presidente da Câmara Municipal, vereador Catulé (Republicanos), destacou as eleições municipais de Caxias, no próximo mês de outubro.

Para Catulé, "a maior eleição é a eleição municipal, porque se trata da disputa local. Então, sempre é uma campanha acirrada".

O presidente da Câmara ressaltou o envolvimento dos colegas de parlamento nas eleições, de modo especial das vereadoras Thaís Coutinho (PSB), pré-candidata a vice-prefeita, e Aureamélia Soares (PCdoB), pré-candidata à reeleição com seu esposo, deputado Adelmo Soares, pré-candidato à prefeito.

"Desejo que continuemos trilhando no diálogo, sem agressões e, sobretudo, com respeito, como sempre foi nessa legislatura que nós estamos vivendo", declarou Catulé.

“Não podemos parar por conta do ano eleitoral”, diz líder do governo na CMC


"Não podemos parar por conta do ano eleitoral", disse o líder do governo na Câmara Municipal de Caxias (CMC),  vereador Sargento Moisés (PSD), em sua saudação inicial na sessão de abertura dos trabalhos legislativos de 2020.

De acordo com Sargento Moisés, tem início a uma guerra até nos bastidores ou nas ruas em relação à pré-campanha dos vereadores, com alguns já envolvidos.

"Hoje a própria legislação impõe limites, mas muitas das vezes são extrapolados. Temos que entender que isso foi uma coisa boa que aconteceu na legislação, abrir esse espaço para as pessoas que não têm mandato, principalmente, se mostrar à população, e nós mesmos, no caso de reiterar uma possível reeleição, para trabalharem mais tranquilamente quando se aproximar a campanha propriamente dita", observou.

Ele reforçou a continuidade do exercício constitucional do vereador, no dever de fiscalizar o executivo, através do prefeito e seus secretários; de legislar, apresentando ou aprovando projetos, vetando, se for o caso, sugerindo com indicações e requerimentos, e; finalmente, representar a sociedade que tem como legítimos também os seus movimentos organizados, fazendo audiências públicas, assistindo elas onde tiver, e debatendo suas demandas.

"Então, me congratulo com todos neste momento, e que tenhamos um bom ano de trabalho e também, claro, de eleição", concluiu.

Vereador Jerônimo pede campanha limpa nas eleições

 

Em seu pronunciamento de abertura dos trabalhos legislativos, nessa segunda-feira, 3, o vereador Jerônimo Ferreira Cavalcante Filho (PMN) pediu a todos que façam uma campanha limpa nas eleições municipais de 2020.

Jerônimo reforçou que não irá pleitear uma cadeira na Câmara. "Mas vou estar aqui, contribuindo durante o ano com nossa Casa, com o nosso município, lutando para que possamos ter na prefeitura uma pessoa que corresponda com os munícipes. Nós queremos o melhor para Caxias", acrescentou.

O vereador lembrou discurso do presidente Catulé (Republicanos), "que demonstrava o quão foi bom para Caxias a eleição do Fábio Gentil (Republicanos), e depois demonstrou que sem muito dinheiro o tanto de coisa que se começou a fazer pelo município".

"Nós podemos fazer mais. Agora só vamos fazer mais se estivermos juntos, se estivermos trilhando e trazendo para o nosso prefeito realmente o anseio da população de Caxias, para que Caxias possa crescer mais", salientou.

O parlamentar recordou os últimos três anos de gestão, a satisfação dos turistas nas férias ao visitar o Mirante da Balaiada, sobre setores a melhorar, como a saúde, "que não é das melhores, mas se pegarmos no entorno do Maranhão e Brasil, veremos que nossa saúde se destaca", o desejo que neste ano a educação se destaque cada vez mais, sobre o início das aulas em fevereiro e o esforço do SAAE com o abastecimento de qualidade.

Câmara representará judicialmente a Equatorial pelo péssimo fornecimento de energia elétrica em Caxias

“Nesta sessão legislativa que está se iniciando, durante nossas reuniões semanais, até que os problemas no fornecimento de energia elétrica em Caxias sejam solucionados, sempre haverá um orador, no plenário ou na tribuna, fazendo cobranças contra empresa Equatorial, antiga Cemar, por conta do péssimo atendimento que realiza à população do nosso município”, declarou nessa segunda-feira, 3, o presidente da Câmara de Caxias, vereador Catulé (Republicanos).

Para Catulé, após tentativas fracassadas de resolver a problemática do fornecimento de energia elétrica no município, quando inclusive a casa chegou a convidar a empresa no ano passado para uma audiência pública, afim de ser tratado o assunto com mais profundidade, e daí achar-se soluções capazes de atender as demandas que, agora, não são somente mais das comunidades interioranas, principalmente da região do 2º Distrito, mas do próprio perímetro urbano de Caxias, chegou o momento do poder legislativo municipal ser mais enérgico.

Presidente Catulé garantiu que a CMC representará contra a Equatorial, por oferecer péssimo fornecimento de

energia elétrica em Caxias. Vereador Durval Júnior (d) está ajuizando ações populares contra a empresa.

Ele anunciou que a assessoria jurídica da CMC fará uma representação jurídica contra a empresa Equatorial. “Vamos acionar o Ministério Público, o Poder Judiciário, porque os caxienses não podem mais ser tratados em nível de deboche, como vem acontecendo já há algum tempo”, ressaltou na oportunidade, lembrando que chegou a convidar a diretoria da empresa a participar de um encontro com a vereança local. “A diretoria da Equatorial não veio, mas mandou para Caxias assessores de Timon sem poder de decisão para nada, e isso nós não podíamos ter aceitado”, argumentou.

As palavras acaloradas do presidente da Câmara de Caxias brotaram depois que o vereador Durval Júnior (PSB) voltou a abordar o assunto no pequeno expediente da sessão. Durval, que já vem trabalhando no caso desde o ano passado, pediu o apoio de toda a bancada para auxiliá-lo no levantamento que está fazendo em todas as comunidades da zona rural de Caxias que sofrem com desabastecimento de energia elétrica.

Segundo o vereador, que está organizando processos judiciais de ações coletivas de apelo social contra a empresa, tem comunidade que chega a ficar de uma semana a dez dias seguidos sem energia elétrica, e isso está prejudicando os comerciantes, que perdem mercadorias, mas também prejudicam o andamento das aulas nas escolas públicas rurais, assim como o trabalho nos postos de saúde, onde vacinas e outros materiais acabam inutilizados por falta de refrigeração.

O assunto imediatamente provocou a manifestação de diversos vereadores, solidários com as dificuldades vivenciadas rotineiramente por milhares de caxienses. Jerônimo Ferreira, do PMN, por exemplo, observou, ao fazer uso do da palavra no mesmo expediente, que os problemas de energia não acontecem mais amiúde apenas no interior, mas também na cidade. Ele lembrou que no último fim de semana todo o perímetro do Balneário Veneza ficou sem energia, causando grande prejuízo a quem dirige negócios no interior ou vive na área do entorno daquele concorrido parque turístico de lazer dos caxienses. “Então, vereador Durval, presidente Catulé, os problemas de energia estão generalizados por todo o município, e isso não pode mais ficar assim”, frisou o vereador Jerônimo.

Parlamentares pedem restaurante popular, neurocirurgião e retorno do IML para Caxias

Dois assuntos bastante abordados no semestre passado voltaram a movimentar os vereadores caxienses na reunião que deu início à 4ª Sessão Legislativa, segunda-feira,3: a falta de um restaurante popular na cidade, a exemplo dos que já estão instalados em cidades vizinhas, como Aldeias Altas e São João do Sóter; e o retorno do Instituto Médico Legal (IML), transferido pelo Governo do Estado para a cidade de Timon.

A ausência dos dois investimentos foi creditada à falta de empenho do governador Flávio Dino (PCdoB), diante das promessas que o primeiro mandatário do Estado fez à própria bancada de vereadores de Caxias que se avistou com ele no Palácio dos Leões, tempos atrás.

“Estivemos lá, reunidos com o governador, e ele nos prometeu que tanto o restaurante popular como o IML seriam implantados em Caxias. Falou também no funcionamento do Centro de Oncologia, construído ao lado do Hospital Geral, fruto de uma emenda parlamentar da época em que foi deputado federal por Caxias. Mas, até agora, nada”, disse o vereador Antonio Ramos (SD) ao se pronunciar no pequeno expediente da sessão.

Em pronunciamento carregado de emoção, o vereador Magno Magalhães (PSD) se solidarizou com as palavras do colega, concordando com a reclamação. Enfatizou, no entanto, que não está surpreendido com o comportamento do chefe do poder executivo estadual. “O governador Flávio Dino, desde o início do seu segundo mandato, não está mais preocupado em governar o Maranhão, mas com a possibilidade de vir a ser candidato à Presidência da República na próximo eleição, e isso tem prejudicado a sua visão administrativa dos problemas do Estado como um todo. Vejam aqui o caso do Ambulatório dos Cursos de Medicina e de Enfermagem da UEMA, que nunca chegou a funcionar em Caxias, embora o prédio esteja pronto e acabado para acomodar os alunos da UEMA e servir à nossa população. A cidade também não tem um neurocirurgião”, ressaltou.

Entrando na discussão, após parabenizar a iniciativa dos colegas que o precederam, o vereador Antonio Ximenes (PR) assinalou que os grandes problemas identificados atualmente em Caxias decorrem da inoperância também dos três deputados estaduais que representam o município na Assembleia Legislativa do Maranhão. “Temos três deputados estaduais eleitos no município, mas não vemos nenhuma iniciativa da parte deles para resolver essa situação da energia elétrica com a Equatorial, o problema do retorno do IML, já prometido pelo governador Flávio Dino, além do restaurante popular, que já devia estar em funcionamento em Caxias, para beneficiar as pessoas de menor renda”, cobrou Ximenes.

A questão do Instituto Médico Legal chegou a suscitar uma discussão amigável entre a líder da oposição, vereadora Thaís Coutinho (PSB), e o líder do governo, Sargento Moisés (PSD). Thaís Coutinho, ao se pronunciar no grande expediente, destacou que o IML de Caxias, na verdade, não está inoperante, mas funcionando em uma sala anexa do Hospital Macrorregional de Caxias. Segundo a vereadora, apenas os casos de óbitos violentos ocorridos em Caxias são levados atualmente para Timon, por força de certos procedimentos especializados da polícia civil.

Outro que participou das discussões, vereador oposicionista Edilson Martins (PSDB), resumiu em poucas palavras o que ouviu durante a sessão: “Tudo de ruim que está acontecendo em Caxias, na verdade, é falta de comando do prefeito Fábio Gentil”.

Deputados caxienses reagem a pressão dos vereadores municipais

A vereança local botou a boca no trombone na sessão inaugural dos trabalhos legislativos da CMC, cobrando ação dos três deputados eleitos por Caxias, no sentido de que sejam buscadas soluções imediatas para resolver problemas vivenciados pelas famílias caxienses. No decorrer da semana, agindo em São Luís, os deputados Zé Gentil (Republicanos), Cleide Coutinho (PDT) e Adelmo Soares (PCdoB), imediatamente mostraram serviço.

Mais segurança para Caxias

Jefferson Portela (sec. de Segurança) com os deputados Dra. Cleide Coutinho e
Adelmo Soares


O secretário de Segurança, assegurou que enviará mais um delegado de polícia para a Delegacia Regional de Caxias afim de promover mais segurança nos bairros.A deputada estadual Dra. Cleide Coutinho (PDT), juntamente com o deputado estadual Adelmo Soares (PCdoB), estiveram reunidos com o secretário de Segurança, Jefferson Portela, para solicitar o aumento do efetivo de segurança pública na cidade. 

No Instituto de Perícia Científica, o diretor do Instituto, Dr. Miguel, assegurou aos deputados parceiros uma ação social do instituto para emissão de carteiras de identidade nos povoados de Caxias.

“Estamos trabalhando com o objetivo de dar mais conforto e segurança à nossa população. Agora com o apoio do deputado Adelmo, somos dois deputados que podem influenciar o governo na implantação de políticas públicas para todos os cidadãos caxienses”, afirmou Dra. Cleide ao final das audiências.

Atendimento de neurocirurgia para o Hospital Macrorregional

Em conjunto com o deputado Adelmo Soares (PCdoB), a deputada fez uma indicação para implantação de atendimento em Neurocirurgia no Hospital Macrorregional de Caxias.

Com a implantação da especialidade, milhares de maranhenses serão beneficiados com a prevenção e o tratamento de problemas neurológicos, ampliando a prestação de serviços de alta complexidade médica na região do leste maranhense e, consequentemente, em Caxias.

Deputado Zé Gentil pleiteia recursos da FUNASA para Caxias

Deputado Zé Gentil foi muito bem recebido pela superintendente da Funasa

O deputado estadual Zé Gentil (Republicanos) se reuniu, na manhã da última quinta-feira, 6, com a Superintendente Regional de Saúde (Funasa), no Maranhão, Maura Jorge. A pauta da audiência versou sobre repasses do órgão para combate e tratamento de endemias em Caxias.

Ex-deputada estadual por vários mandatos, Maura Jorge disse ser ciente das atribuições parlamentares e elogiou a atuação de Zé Gentil em prol do seu município de origem.

Ao final do encontro, ficou o compromisso da superintendente da Funasa em atender as demandas dos caxienses das quais Zé Gentil tem sido ativo interlocutor.

Vereadores aprovam projeto que reajustou em 13% o salário dos professores de Caxias

Na sessão de abertura dos trabalhos parlamentares de 2020, que marcou o início da 4ª Sessão Legislativa da 18ª Legislatura na Câmara Municipal de Caxias, os vereadores e vereadoras presentes à reunião, 16 ao todo, aprovaram, em regime de urgência, o Projeto de Lei Nº 003/2020, oriundo do Poder Executivo Municipal, reajustando o piso salarial do magistério público da educação básica caxiense. O reajuste foi da ordem de 13%, situado em patamar superior às perdas inflacionárias apuradas no período, com efeitos financeiros retroativos a 02 de janeiro de 2020.

O benefício será extensível aos proventos de aposentadoria, com paridade, e às pensões dos segurados originários do magistério da educação básica que se encontram vinculados ao Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais (Caxias-Prev).

A matéria, que estava fora de pauta, foi colocada em destaque pelo próprio presidente da CMC, vereador Catulé (Republicanos), que chamou a atenção dos seus pares no sentido de que viesse a ser apreciada em regime de urgência, urgentíssima, para que os servidores caxienses estivessem incluídos rapidamente no contexto do novo piso salarial da categoria homologado recentemente pelo presidente Jair Bolsonaro, o qual sofreu um reajuste da ordem de 12,84%.

Satisfeito com a aprovação unânime do projeto de lei do prefeito Fábio Gentil (Republicanos), o presidente Catulé enfatizou que o poder legislativo municipal contribuiu, mais uma vez, para o reconhecimento da categoria dos professores municipais, e disse: “Oitenta por cento dos municípios brasileiros não se encontram em condições financeiras de acompanhar o piso salarial profissional nacional dos professores, previsto na Lei Federal Nº 11.738/2008. Alguém até vai dizer que é pouco, mas nós, aqui em Caxias, estamos reajustando acima do piso, fazendo o dever de casa e oferecendo mais alguma uma coisa. Na crise que atravessa o nosso país, que atinge sobretudo as prefeituras do nordeste, nós estamos oferecendo, com responsabilidade, o que os cofres do município suportam”.

Com a adoção do novo piso salarial para 2020, compare, levando em conta o piso salarial de 2019, a nova tabela salarial dos professores municipais caxienses reajustada em 13% pela Prefeitura de Caxias:

 

Thaís Coutinho confirma candidatura a vice-prefeita e diz que Caxias precisa de mudanças nas próximas eleições

Em seu primeiro pronunciamento na tribuna da Câmara de Caxias, no ano de 2020, falando durante o grande expediente da sessão dessa segunda-feira, 03, a vereadora Thaís Coutinho (PSB), líder da oposição, confirmou que será mesmo pré-candidata a vice-prefeita na chapa em que o seu grupo político apoiará o deputado estadual Alberto Soares (PCdoB) para disputar a Prefeitura de Caxias nas próximas eleições de outubro.

A vereadora argumentou que, após 12 anos frequentando a casa, três mandatos de muito aprendizado, portanto, e por acreditar que sempre esteve ligada à boa política realizada no município, chegara a hora de oferecer algo mais ao povo caxiense. “Digo isso com convicção porque acredito firmemente em Deus, e Ele por certo está guiando os meus passos para o que é certo. Acredito também que nada acontece por sorte, devido ao acaso, mas porque Deus permite. Asseguro a todos que cheguei a pensar eu mesma a disputar a prefeitura. No entanto, nosso momento não é o de Deus, e acredito que ele me quer na condição de vice-prefeita de Caxias”, afirmou emocionada.

Ressaltando o tratamento amistoso que tem dispensado aos seus colegas vereadores, enfatizou que ao longo deste ano, nada será diferente. Para ela, o momento é de reflexão e de pensar no melhor para a cidade. “Nunca acreditei nas palavras do prefeito Fábio Gentil (Republicanos), quando afirmava que seria candidato único em Caxias. Mas creio que, se isso se confirmasse, seria o fim da democracia em Caxias, um desrespeito ao povo, que tem o direito de escolher o seu governo”, frisou.

Thaís Coutinho afirmou também que nunca cedeu aos apelos por uma aliança com Fábio Gentil. “Sempre acreditei na verdade. Não acredito em quem diz mentiras”, enfatizou. Depois, saudou o retorno da vereadora Aureamélia Soares à bancada da Câmara: “Fiquei satisfeita com a prestação de contas da colega a respeito do tempo em que passou à frente da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres. Realizou muita coisa, porque isso não é o que acontece com a grande maioria dos secretários que trabalham com o prefeito. Lá, ninguém pode aparecer na administração, só o nome do prefeito tem de prevalecer”, alfinetou.

A vereadora agradeceu o seu grupo político, na pessoa da deputada estadual Cleide Coutinho (PDT), e ao grupo de deputado estadual Adelmo Soares (PCdoB), por acreditarem em seu trabalho e a aceitarem estar do lado deles. “Considero isso uma vitória em minha vida. Trabalhei nos últimos três anos fiscalizando ativamente o trabalho do governo municipal. Acredito que chegou a hora de uma mudança, de mudar essa política de encher os olhos festiva. É praça da Chapada, é mirante da Balaiada, é festa de fim de ano, no São João e no Carnaval. Enquanto isso, a saúde pública de Caxias não vai bem, as pessoas não colhem os benefícios de mais de 120 milhões de reais que vieram ano passado para Caxias”, destacou.

Ao finalizar suas palavras, Thaís Coutinho acrescentou: “Não teve na história de Caxias nenhum prefeito que tenha recebido tanto dinheiro para ser gasto com a saúde do município, como agora. Quando ouço reclamações, dizendo que a UPA de Caxias não funciona porque o Governo do Estado deixou de ajudar o município com 2 milhões de reais, e isso só foi feito durante três meses da gestão do ex-prefeito Léo Coutinho, e assim mesmo para ajudar no pagamento dos servidores do órgão, fico indignada, porque sei que a saúde do município ganhou mais de 120 milhões de reais e não os vejo sendo aplicados nos atendimentos que a população reivindica todos os dias”.

Edílson Martins cobra pagamento do abono aos professores contratados

Durante o pequeno expediente da sessão realizada segunda-feira, 3, que marcou a reabertura dos trabalhos legislativos de 2020 na Câmara Municipal, o vereador Edílson Martins destacou o tema educação, principalmente cobrando o município quanto ao pagamento do abono aos professores contratados da rede municipal de educação. 

Edílson Martins também exigiu um posicionamento do governo municipal sobre a construção do portal de entrada da cidade, anunciada em agosto de 2017 pelo gestor municipal. Durante o pequeno expediente da sessão realizada segunda-feira, 3, que marcou a reabertura dos trabalhos legislativos de 2020 na Câmara Municipal, o vereador Edílson Martins destacou o tema educação, principalmente cobrando o município quanto ao pagamento do abono aos professores contratados da rede municipal de educação. 

A iniciativa do parlamentar de cobrar o pagamento do abono foi recebida com bons olhos pelos professores contratados que aguardam por respostas positivas da parte da Secretaria Municipal de Educação. 

Sargento Moisés (PSD), líder da bancada do governo na CMC, não adiantou nada em relação a portal de entrada da cidade, mastranquilizou o colega no final da reunião, assegurando que o prefeito Fábio Gentil está procurando uma maneira legal de pagar o abono salarial também para os professores contratados logo após o início do período letivo.

Não parece que a questão se atenha a uma falta de vontade do alcaide caxiense. A questão esbarra na legalidade e envolve a Lei de Responsabilidade Fiscal. E como muita gente dentro do governo deu como certa a extensão do benefício também aos professores contratados, o problema se transformou numa trincheira de luta do movimento sindicalista, causando um efeito inverso na imagem de benfeitor do mandatário municipal.

Espaço da poesia

Amor acabado

Willams Maranhão Assunção

O fio de esperança

Que unia os sentimentos,

Rompeu.

O amor está encardido,

É tecido puído,

Que não se consegue cerzir,

Que não tem mais valor sentimental,

Acabou.


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