A casa residencial da família é o seu habitat humano-social, e, sobretudo, a fama grupal em sua própria ilha congênita e sanguínea.
Particularmente, estou fazendo uma autoanálise de tudo o que já passamos - eu e minha família - o que vivenciamos, agora, e o que ainda está por vir é, definitivamente, a melhor escolha da minha vida: ficar em casa entre esposa, filhas, genros e netos; aglutinados em uma só ambiência.
E, chego à conclusão, que, mesmo ao vivenciarmos os momentos de generalizadas incertezas; as turbulências e os desafios (afinal é impossível não passar por situações assim) valem a pena porque eu tenho - genealogicamente - os membros de minha árvore de vida ao meu lado, e, isto, são os alicerces para a arquitetura de momentos bons que superam qualquer medo e me agigantam e encham de fevor minhas convicções: psicológica e humana e crensa espiritual e religiosa de que o bem e a cura de todos nós prevalecerão diante de quaisquer iminências às enfermidades que surgirem face à já natureza estressada dos tempos existenciais...!
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O ser e a poesia advindos de mim
Minha poesia veste-me com essência sabedora ao interior de mime emudece meu grito ensurdecedor à negação que há nela.É a prisão na qual sou condenadoe estou a extrapolar-me, liberto, à ambiência alheia.É a imensidão em sal oceânico e chão cáustico, solitariamente desértico...É a diversidade de todas as minhas linguagens artísticas, sem plateia alguma...É a obra que, humildemente, ofereço à humanidade...É o ser a querer-se compartilhado a...
Angústia plagiada à naureana!
Abre-me a cova, espírito-poeta,enquanto uma estrela busca em mim,agora, a treva infinda,sem luz alguma no meu olhar a vê-la,nessa cegueira a ser da altura vinda.
Assim, espírito-poeta,adentrarei a noite a sabê-la:que, chegada a hora, o sonho será terra,o medo dirá seu último vintém,e o passado e o futuro serão guerrado inválido sobre a terra de ninguém.
Árvore gêmea à que em dor se enterra,a terra se abrirá em busca de outro além,e, unidos,...
Despercebido
Meu nome é poeira no canto da sala...Ninguém lembra,ninguém chama...Sou o eco de uma voz que se foinum sussurro ao vento, sem direção...
Mas eu ainda estou aqui,invisível, mas presente,esperando ser lembradoou, talvez, apenas esquecido novamente...!
Perda...
Lavo as mãos e perco tudo,em face de ser ignoradoe, por fim, esquecido...Sonho desfeitoe esperança perdida,enfim, decidido...!
Escrever poemas...!
Sim, o poema é isso:um extrapolar da vidaque se esvai no...