Despercebido
Meu nome é poeira no canto da sala...
Ninguém lembra,
ninguém chama...
Sou o eco de uma voz que se foi
num sussurro ao vento, sem direção...
Mas eu ainda estou aqui,
invisível, mas presente,
esperando ser lembrado
ou, talvez, apenas esquecido novamente...!
Perda...
Lavo as mãos e perco tudo,
em face de ser ignorado
e, por fim, esquecido...
Sonho desfeito
e esperança perdida,
enfim, decidido...!
Escrever poemas...!
Sim, o poema é isso:
um extrapolar da vida
que se esvai no sonho,
mas deixa a ilusão,
um sussurro, uma dança
com palavras que retratam barulhos ensurdecedores,
mesmo quando não faladas...
O fazer poético é um convite à viagem
para dentro do espírito,
até as profundezas
onde os sentidos nascem, se criam e se libertam...
É um grito mudo,
um silêncio num ritmo que pulsa a melodia do coração
e faz o poeta mais vivo.
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Despercebido
Meu nome é poeira no canto da sala...Ninguém lembra,ninguém chama...Sou o eco de uma voz que se foinum sussurro ao vento, sem direção...
Mas eu ainda estou aqui,invisível, mas presente,esperando ser lembradoou, talvez, apenas esquecido novamente...!
Perda...
Lavo as mãos e perco tudo,em face de ser ignoradoe, por fim, esquecido...Sonho desfeitoe esperança perdida,enfim, decidido...!
Escrever poemas...!
Sim, o poema é isso:um extrapolar da vidaque se esvai no...
Autenticidade ou Simulação
Ser autêntica ou uma máscara usar,eis a questão que te faz pensar...Verdadeira, com a alma a brilhar,ou falsa, sem nada a declarar?
A verdade liberta, dizem por aí,mas a mentira pode ser um refúgio tão fácil de cair.Ser você, com suas cores e luz,ou uma cópia, sem voz.
O que é ser verdadeiro, afinal?É seguir o coração, sem medo de falhar?Ou é apenas um papel a desempenhar?A escolha é sua, pois há um caminho a trilhar...
Ao Esquecimento...
Meu...
Bar
Literalmente,um pasto abundante de iguariasservidas às almas, nele, famintas,em vulnerável alegria da embriagueze sob espetáculo do teatro possível;cenas protagonizadas por atores da fantasia,necessária.
Baile de Carnaval
Abrem-se em liberdade as portas da vergonha,e as máscaras da verdade servem como fronhas,escondendo os rostos no dantesco bacanal,a maquiar os desgostos da fuga irreal...!
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A solidão é uma noite escura,sem estrelas para iluminarum silêncio que ecoa...