Caxias-MA 04/04/2025 01:38

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Wybson Carvalho

Recanto do Poeta

Poemas, ao fim... enfim!


Abandono e solidão ...!

Teu silêncio e tua ausência invadem à minha alma e ao meu sentimento e se irmanam à leitura das  páginas do teu livro...
sim, agora, sei os teus nomes...!
mas,
a minha consciência à lucidez - há um tempo sem fim - me faz esquecer o passado aglutinado a um sentimento ruim...
mas, 
até quando o presente chegará ao ápice de mim...?

...+! 

...estou morrendo aos poucos, 
...estão terminando as curvas do meu corpo e me afogando no mar do meu próprio coração.
...meu oxigênio vai acabar  e lágrimas escorrerão dos olhos num último suspiro. 
...as luz da vida se apagarão e fechar-se-ãs as cortinas da minha história.
...estou morrendo aos poucos, mas tudo bem: estou conseguindo não chamar a atenção...!

Jesus Cristo 

Jesus é importante para nós porque, por meio de Sua Expiação, Seus ensinamentos, Sua esperança, Sua paz e Seu exemplo, Ele nos ajuda a mudar nossa vida, enfrentar nossas provações e seguir avante com fé em nossa jornada de volta à presença. 

Jesus é importante para nós porque, por meio de Sua Expiação, seus ensinamentos, Sua esperança, Sua paz e Seu exemplo, Ele nos ajuda a mudar nossa vida, enfrentar nossas provações e seguir avante com fé em nossa jornada de volta à presença Dele e de Seu Pai...

Bíblia e a Eucaristia também são, na Igreja, lugares de encontro com Cristo. Além disso, encontramos Jesus nos sacramentos, na oração pessoal e comunitária, na comunidade que vive a fé e o amor fraterno, nos pobres, aflitos e enfermos...

...quanto mais perto você estiver de Jesus, mas cheio de faltas se sentirá a seus próprios olhos, pois sua visão ficará mais clara, e suas imperfeições serão vistas em amplo e distinto contraste com a natureza perfeita de Cristo.

Perdão 

Natureza e obra eternas,

unicidade ubíqua em onipotência e onipresença,

— caí em tentações pecaminosas!

livrai-me de insidiosa luz do fogo.

mas não me deixeis nas trevas.

não sou digno de beber do vinho e comer do pão!

porém,

lavai-me as feridas com meu próprio sangue,

aliviai-me a dor para que sacie a minha própria fé,

e, então, salvai-me do que fui ao abençoardes o que serei.

rogai-me, amém.

Hora da morte

À mão aberta 
está o m do teu nome.
ele, em queda, esvai-se por entre os dedos
e derrama a final agonia pálida.
vem, covarde espelho do mistério
leva-me para o nada
de onde eu não deveria ter vindo.

O após 

Amanhã, quando as demoradas horas 
concluírem mais um dia,
a noite, urgentemente, irá propor
um sol errante que se apagará 
antes da manhã rompida 
e as nuvens escuras e intrometidas
virão separar um céu derramado em trevas 
por sobre eu embrulhado num manto cinza
e sob a tempestade de um hoje 
sem querer, novamente, acontecer. 

Enterro inundado 

Quando a infalível morte vier
e secar o líquido que correu
nos canais da minha natureza física,
quero, em último desejo, que meu féretro
aconteça em plácido percurso
sob um assassino vendaval e uma feroz trovoada:
- será o bravo tempo baldando-se
em um choro pavoroso
e sobre uma enxurrada correndo 
nas sarjetas do percurso à cova. 
- será o tempo em solução às lágrimas
derramadas pela vida que me fora apagada.


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